Dia perfeito para um sorvete (ou momentos de aproximação)

Agosto 21, 2008

Mais um exemplo das minhas inocentes paqueras diárias que nunca chegam a lugar algum!

Tem um carinha (sempre tem, né?) muito lindinho que trabalha em um hospital próximo ao meu trabalho e quase todos os dias vamos almoçar na mesma praça de alimentação – eu com as minhas companhias e ele com as dele, sempre mulheres, by the way!

Mesmo assim, quando surge oportunidade (dependemos de fatores como fila, posição que estamos sentados na mesa, horários), estamos sempre dando umas olhadinhas básicas um para o outro – mas nada muito diferente disso. Sou boba, às vezes apenas um pouco de colírio já faz minha tarde mais alegre.

E fazia um tempinho que ele não dava o ar da graça por sinal, que graça!, mas hoje ele resolveu aparecer! Só que minhas companhias escolheram um lugar não muito favorável para a minha prática observatória. Tudo bem. Resolvi almoçar e papear como normalmente fazemos e esquecer o assunto.

Dia de sol, calor… E minha amiga dá a sugestão de irmos comprar sorvete. Dia propício! Olho para a fila da sorveteria, vejo que o mocinho está lá e não penso duas vezes: “Vamos!”

Quando chegamos, ele acompanhado de uma garota, já estava quase saindo, e antes de sair, não resisti em dar uma bela encarada  – nunca por muito tempo, não tenho coragem ou cara de pau para me alongar. E juro que não é nem para demonstrar terceiras intenções, é mais por não resistir em olhar mesmo, aquela coisa magnética de “can’t take my eyes off you”. Olha eu dando sinais de romance! =P

Eis que, antes de fazermos nosso pedido, eles voltam, reclamando que o sorvete de chocolate estava azedo! Comentei em tom de riso (como sempre): “Nossa… Que bom que isso foi a tempo, antes de eu pegar o meu! Porque assim eu já desisto de sorvete hoje…” rs Ele olhou, riu e concordou. Nisso, chega uma outra pessoa com o mesmo problema. Ele olhou pra mim e disse: “Viu? Não é só com a gente…”

A atendente logo sugeriu trocar pelo de baunilha. Eles aceitaram, então sugeri que eles testassem, antes de eu pegar o meu! Ele mais uma vez sorriu, falou que tudo bem, e que era melhor mesmo, e foi “super cavalheiro”, insistindo para que a menina que estava com ele provasse primeiro se estava bom. Ela aceitou ser a cobaia, fez sinal que estava OK, ele provou também o dele e garantiu que estava normal sim, que eu poderia comprar sem medo. Isso com um sorriso lindo no rosto e aqueles olhos verdes brilhantes olhando pra mim, dessa vez, sem desvio!

E dá-lhe sorvete de baunilha pra todo mundo!

Quando contei para as meninas que estavam comigo, que aquele era o lindinho que eu havia comentado anteriormente (pois só eu havia reparado no mocinho), uma delas logo disse: “Ah… Então é por isso que você ficou toda puxando papinho! Tá explicado!”. Talvez seja verdade mesmo, porque se fossem outras pessoas, eu até prestaria atenção pra não comprar o sorvete estragado, mas dificilmente ia fazer questão de me intrometer no processo de troca ou fazer qualquer tipo de aproximação!

Agora, com esse pequeno processo de interação, já dá até pra pensar em seguir os conselhos da Maga de: Quando ver, não apenas olhar, mas dar um sorrisinho… Depois quem sabe em um momento oportuno deixar um bilhetinho do tipo: “Já nos vemos na hora do almoço. Que tal um happy hour?”.

E aí, meninas? Mais alguma dica???


Intimidade X Conquista

Agosto 18, 2008

Começo de relacionamento – tenha ele futuro ou não – é uma delícia. Muito sexo, beijinhos no pescoço,  sexo, filminho na TV, sexo…Você dorme na casa dele, ele na sua. Trocam camisetas de pijama e escovas de dente. Nada como o romance contemporâneo!

Mas o aumento crescente das noites juntos apresenta um pequeno dilema: como apresentar a verdadeira você (e aceitar o verdadeiro ele). Por mais que sua maquiagem estivesse perfeitamente dosada, na hora de dormir você baba na fronha. Ele ronca e abraça o travesseiro. Você acorda com bafo e ele com nariz entupido. Aumentar a intimidade sem afundar no desencanto é uma arte.

No meu caso, o moço em questão usa boné e coça o saco. Quer saber? Num tô ligando. Me peguei pensando: “Viva a diversidade!”.

Mas como lidar com as primeiras situações constrangedoras? No meu caso é a primeira menstruação-quebra-clima. Como falar pela primeira vez que você esta “interditada”? Esse é o tipo de notícia que o cara só quer ouvir se vocês transaram loucamente sem camisinha e existe de fato uma chance da menstruação não aparecer. Se não for esse o caso, a mentruação quer dizer (na minha humilde opinião): “Não consigo trepar pelos próximos três dias”, “Estou nojenta, você num quer nem ver”, “Quer ver? Éca, num rola”, “Tô com cólicaaaa”.Tem jeito bom de contar isso ao mocinho?


A questão da beleza

Agosto 17, 2008

Encontrei recentemente um mocinho super gracinha no orkut – estava navegando por umas comunidades engraçadas, achei a fotinha bonitinha e fui xeretar. Gostei do perfil, pareceu ser inteligente, muito bonito (apesar de usar barba, é sexy), envolvido com artes, enfim, bem interessante, mas nem deixei recado, ele é de Curitiba (para constar, sou de São Paulo). Ele viu que meu nome ficou registrado nas últimas visitas dele, foi ver quem era e me deixou um recadinho engraçadinho, que foi se estendendo em outros, mais outros e uma solicitação de adição como amigo por minha parte => Não tenho esse costume de adicionar desconhecidos, algumas pessoas eu nego de cara, outras eu acabo aceitando por uma espécie de dó de negar amizade assim na lata, mas acabo deletando após certo tempo sem nenhum contato.  Pois bem, ele aceitou a solicitação e ainda deixou um recadinho fofo em resposta, o que me deixou animadinha. Ai, tô virando nerd!

Eu na minha bisbilhotice curiosidade investigativa sobre a vida alheia de quem estou conhecendo – mesmo à distância – pesquisei pelo nome do curitibano cute em um famoso site de compartilhamento de fotos (pois ele pertence a uma comunidade do site, achei que poderia encontrar suas fotos e ter um pouco mais de material de análise), mas não achei o perfil dele, e sim de sua ex, com fotos lindas dele, cheias de declarações de amor e citações musicais dela para ele. Os últimos posts assim eram datados de pouco menos de um ano e ela também é de São Paulo. Só que o que mais me surpreendeu é que a moça é muito feia. Sabe o tipo indie moderninho, de cabelinho curto e oclinhos “mãe eu sou cult”? Quem for assim não me recrimine, pois ela poderia ser tudo isso e ainda ser bonita, mas definitivamente não é o caso.

Fico feliz ou triste com isso?


Dia dos Solteiros, com um pequeno atraso…

Agosto 16, 2008

Pois é, logo eu, solteira orgulhosa não fui celebrar a data (que acabou de terminar)! Foi aniversário do meu pai e eu já tinha dado mancada no último domingo em pleno dia dos pais! Resolvi me comportar hoje e ficar em casa!

Não que eu faça apologia à solteirice ou ache que isso seja a solução universal! Quando estou apaixonada e namorando, até que acho todo o lance bem legal. Gosto da cumplicidade, de planejar e fazer as coisas juntos, dormir juntinho, ter sempre companhia para o cinema, e até ficar sem fazer nada junto é bom! Mas a maioria das coisas só são realmente especiais quando estamos amando ou apaixonadas, porque quando acaba a paixão começam os problemas. E as pequenas coisas passam a irritar muito!

Então, ou a coisa evolui para o amor e você tenta contornar as partes chatas - a velha história de um cede uma coisinha aqui, outro ali, e assim conseguindo equilibrio, encontram paz e felicidade (pelo menos por uns tempos e apenas uma teoria – nunca deu certo p/ mim); ou por uma série de outros fatores, para ambos ou para uma das partes envolvidas a coisa não dá certo, perde o sentido (o que já aconteceu de todas as maneiras p/ mim rs)!

Aí é que está, tem gente que tem tanto medo de ficar sozinho, que mantém uma relação apenas por comodismo, porque tem a necessidade de ter um porto seguro, se acostumaram àquela rotina; ou engata um namoro atrás do outro, sem a menor seletividade, com pessoas que não acrescentam nada, e que nem as tratam decentemente. Isso é uma coisa que eu não consigo entender.

Isso porque eu sou fiel seguidora do ditado: “Antes só do que mal acompanhada” e me sinto muito bem com minha própria companhia! Se for para me envolver com alguém, tem que valer muito a pena! Não espero o príncipe encantado, mas tem um pequeno conjuntinho de fatores mentais, físicos e psicológicos que devem bater – e isso é tão difícil! Além do fato que amo minha liberdade, de poder fazer minhas escolhas sem consultar ninguém, não ter que fazer nada imposto, de ter tempo para minhas coisas, poder sair com amigos e amigas sem peso na consciência, e poder estar sempre aberta a novas situações! Aventuras e surpresas da vida…

Não sou estóica ou desacreditada no amor, muito menos romântica frustrada (aliás, não sou nada romântica), talvez eu só não tenha dado sorte mesmo. Mas não fico à espera de um grande amor, vivo minha vida, aproveito o que ela tem a oferecer, me divertir. Não importa em que situação você esteja hoje, o que importa é que a situação te traga coisas boas e que você seja feliz! É clichê, mas é verdadeiro!

E a bebemoração fica p/ amanhã…


Como lidar com pessoas sem noção?

Agosto 16, 2008

Continuando o assunto do post anterior (sim, sim realmente temos muuuito a falar):

Momento lá vem história:

Tem um cara onde eu trabalho, por exemplo, com quem resolvi ser educada, tentando fazer a integração entre os departamentos que não possuem nenhum contato no dia-a-dia, e fiquei batendo papinho despretensiosamente na última comemoração dos aniversariantes do mês, sobre as sugestões de festas para o final de ano, que deveriam ser iguais às que fazemos para alguns clientes em sítios, com piscina, etc. Eu disse que concordava, que seria legal fazermos algo em um ambiente diferente, mais informal e outras trivialidades puramente fazendo uma social.

Pois não é que logo depois recebo um e-mail? Era o cara falando que queria ajuda para essa campanha, mas que tinha um certo receio das imagens de horror (deixou claro que não era o meu caso), que veria na piscina. Achei meio esquisita a mensagem, pois não tinha intimidade alguma com ele – com os meus amigos de lá, falamos altas besteiras e eu morro de rir, mas este caso era diferente. O que me deixou mais revoltada foi ele ter a coragem de falar de alguém, porque susto seria vê-lo na piscina, aliás, vê-lo em qualquer situação já é uma situação amedrontadora! O cara é tiozão (nem chuto a idade, mas é tiozão de espírito), se veste como tal, usa óculos nerd, tem um cabelo rídico e com tendência à calvície, é gordinho, e como se não fosse feio o suficiente, ainda é completamente vesgo.

Ainda assim respondi a mensagem de forma gentil (o que não fazemos p/ ganhar umas migalhas de pão?), falando que iria comentar com as pessoas do setor, e de repente, se todos gostassem, até daria certo, que o fim de ano está aí e que era bom nos mobilizarmos logo. Rapidamente recebi um e-mail de volta, dizendo que, pensando bem, ver as tais cenas seria um preço a pagar para ver outras bem agradáveis. Fiquei mais surpresa ainda. Será que era uma cantada? Tem vezes em que um elogio é uma ofensa. Pô, porque se o ogro cara acha que tem chance comigo, eu vou ficar deprê até o fim do ano! Por via das dúvidas, não respondi. E como não respondi, ele me ligou, perguntando se eu tinha ficado chateada com a mensagem e por isso não havia respondido. Deveria ter respondido: Bingo! Mas não, falei que não tinha ficado chateada, que estava acostumada a ouvir bobagens o tempo todo no setor, que não respondi porque estava uma correria imensa (poderia até estar jogando paciência que falaria isso), e que tinha que agilizar tudo já iria sair mais cedo naquele dia. Mesmo falando que estava bem ocupada, ele ainda ficou puxando conversa, perguntou porque eu tinha que sair no horário, o que tinha de especial naquele dia, aí comecei a ser menos atenciosa, falei que tinha que correr (e falei em tom apressado), porque iria ir num show de uma banda que chama Muse e que com certeza ele não conhecia! Ele respondeu: é, não conheço mesmo, vou deixar você trabalhar! Pensei: Uuuuuufa!.

Achei que ele finalmente o imbecil tinha morrido se tocado, mas hoje, me deparo com ele descendo a escada rolante voltando do almoço enquanto eu estava em sentido contrário indo almoçar, ao ver de longe já me virei para o outro lado e fiquei fingindo que estava concentradíssima na conversa da nova estagiária. E não é que o sem noção se estica todo e puxa o meu braço? Fiz um olhar de que não entendi, e as pessoas que estavam comigo, que nem sabem da história, realmente não entenderam nada e acharam aquilo um tanto bizarro – além de ficarem depois se divertindo às minhas custas (essa sim uma cena de horror)! A estranheza é porque a gente não tem contato algum mesmo – e agora porque fui superficialmente educada, ele acha que é meu amiguinho! O que fazer??? Este assunto merece um tópico à parte, em dicas para se evitar pessoas!

Como se não bastasse, hoje ainda acontece outra situação estranha – no mesmo horário de almoço. Eu fazendo meu prato no self-service, quando de repente, do nada vem um cara entre eu e minha amiga (e estávamos bem perto uma da outra), abre espaço pegando no meu braço quase empurrando p/ pegar um palito de dente! – Meu amigo se assustou e achou que ele ia me dar um beijo! Mas, vamos lá: Usar palito de dente numa praça de alimentação é trash! Não pedir licença é péssimo! Mas o pior é que não era qualquer um. É um cara que a gente sempre brinca (não com ele – mas de uma maneira não politicamente correta, confesso), porque ele se parece com um outro colega nosso, mas numa versão caricaturada e 793 vezes mais feia. Então sempre que a gente passa por ele, comentamos entre nós: “Olha o João (nome fictício)! Chama ele p/ sentar com a gente”, coisinhas assim… E nessas desconfiamos que ele pode ter ouvido parte, nos visto olhando, rindo, e ter achado que estávamos “pagando um pau” – sim, ele deve usar esse termo mesmo! Durante o almoço tentamos decifrar o comportamento.  A esperança é que seja apenas falta de noção e educação, mas o mais provável é que seja um jeito de se mostrar, porque normalmente ele já fica nos encarando, então o empurrãozinho talvez foi uma tentativa de dizer: “Hey! Estou aqui, hein? Pra o que der e vier – e melhor ainda se vier e der! ” Argh…

Realmente espero que não tenham cenas do próximo capítulo!


Pé na bunda – lições práticas – Parte II: A missão!

Agosto 16, 2008

Cheguei com atraso à mesa – é culpa dos chefes malas que não sairam do escritório do trabalho gente! Mas cá estou!

Sobre essa coisa de dar fora, eu costumava ser melhor… Ia nas baladas – sim, tive meus momentos de frequentadora de baladinhas – e me divertia com a quantidade de foras que eu e minha amiga dávamos na noite! Hoje eu sou mais benevolente com os sentimentos alheios! Não consigo mais usar dos artifícios da super-sinceridade. E com isso às vezes acabo perdendo muito tempo dando conversa a seres inúteis. Quando eles conseguem chegar, né? Porque geralmente adoto uma postura “não estou aqui para paquera“, ou “não falem comigo“, ou ainda “não permito contato com gente de fora do grupo“.

Mais frequentemente uso o super-sumiço! Não atendo telefone, não respondo mensagens ou e-mails, ignoro no MSN! É covardia, né? Mas geralmente funciona! Com exceção de algumas pessoas que ainda insistem em querer explicações e exige atitudes mais drásticas. Aí sou obrigada a usar a mesma tática da Maga: As super desculpas, mas eu costumo me colocar de a problemática da história – alguém que ele vai ficar até feliz de se livrar, como: “eu não estou em um momento para me envolver com ninguém”; “está acontecendo muita coisa na minha vida agora”;  “não sei o que acontece comigo”; “acho que isso é conseqüência de traumas dos meus relacionamentos passados”, e por aí vai…

Isso é com quem você teve pelo menos algum affair, intenção, ou deu em algum momento alguma esperança – depois descobriu que era uma furada, mas já era tarde e teve que remediar.

Pior mesmo são os seres sem noção, que você não pode nem ser simpática que acham que você está dando mole e que tem alguma chance com você!

(Continua…)


É sexo ou amizade?

Agosto 15, 2008

Amizade colorida tá fora de moda. Coisa muito anos 80, não?

Disseram que minha enrolação relação atual se define assim, mas me recuso a aceitar.

Prefiro que seja no mínimo um esquema “fuck buddy” ou “pinto amigo”. Quero um status mais simpático (não?) e mudérno.


Pé na bunda – lições práticas

Agosto 15, 2008

Não sei dar fora. Eu realmente tenho um problema para comunicar claramente os homens que não estou interessada – ou não mais interessada. É essa minha mania de ser simpática, gentil. Os caras acham que eu estou dando bola. NÃO TÔ, PORRA.

Pior ainda quando eu conto mentiras genéricas (momento difícil, retomando contato com o ex…) para não destruir o ego do sujeito, mas aí o infeliz acha que ainda tem chance. E lá vão alguns meses evitando as ligações do ser humano (bina, santa bina…).

Aliás, vale a dica: Meninos, tenham amor próprio. A menina não atendeu, não retornou… Pára de ligar, caralho! A gente tá acostumado a achar que só mulher não toma as doses diárias de Semancol, mas os mocinhos, pelamordedeus…

Fato é que eu fiquei pensando em maneiras mais diretas e, espero, eficazes, de tirar um sujeito da cola. Tudo que eu sempre quis dizer e tinha pena de vocês (não tenho mais, perdi a paciência, ó):

  • Só saio com caras que têm duas sobrancelhas. Duas em uma é foda, amigo! Vai uma pinça aí?
  • Tamanho não é documento – na maioria dos casos. No seu, fodeu. Dois metros de altura e um pinto desses… Deus foi irônico contigo, amigo.
  • Pêlo nas costas é inaceitável, jamais terei tesão por você. Mas te indico uma clínica estética ó-te-ma.
  • Quando te conheci estava bêbada. Achei você bonito e divertido. Era o álcool falando. Tu nasceu do avesso e é chato pra caralho.
  • Seu beijo me lembra o aspirador de pó que eu tinha em casa na década de 80. E fazia um barulho da porra também…
  • Você usa shampoo anti seborréia. Num sei que cara tem seborréia, mas não quero descobrir.
  • Você usa macacão. É mole?
  • 40 anos e mora com a mãe? Nunca lavou a própria cueca e num sabe nem fritar ovo? Páre de ter orgulho disso, por favor.
  • Desodorante, nada?
  • Não dou para homens que me chamam de princesa. Eu sei que eu sou foda, mas vamos parar com a babaquice.
  • Você trepa bem, mas cantou axé pra mim no telefone : “Juuura, juuura, que me dá o seu amoôoor”. Melhor conhecer umas mina na micareta, mano.
  • Broxa uma, broxa duas. Na terceira acabaram seus créditos.

FORAS BASEADOS EM CARAS REAIS. A VIDA É ASPERA, AMIGAS.


Nossa mesa virtual

Agosto 14, 2008

Está aberta a primeira sessão pública – e nada púdica – do boteco.

Puxem uma cadeira…